“Ler Viagens de Gulliver coletivamente, no espaço da biblioteca, faz parte do nosso compromisso de formação do leitor literário. O desafio é grande, estamos diante de um clássico! Formamos ali uma pequena comunidade de leitores, onde cada estudante se assume como um sujeito leitor, mas também reconhece o outro e os sentidos que ele produz. Trata-se de uma interação fundamental para ampliarmos o processo de significações – e estamos falando de leitores principiantes nesse tipo de texto.

Os mapas fizeram parte de um conjunto de atividades entrelaçadas e realizadas nas aulas de Português, sempre com a pretensão de ampliar o prazer da leitura. Neste caso, queríamos explorar os diferentes sentidos construídos a partir de uma cartografia de leitura. Quais os diferentes elementos da narrativa saltaram aos olhos, à medida em que a primeira aventura (Viagem a Lilipute) se desenrolava? Ainda pudemos contar com os conhecimentos construídos nas aulas de Artes e Geografia.”

(Professora Flávia Lobão)